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Shell Brasil ainda avalia comercialmente áreas de petróleo na Margem Equatorial

A Shell Brasil continua a avaliar possibilidades de monetização de quatro áreas de petróleo que possui na Bacia de Barreirinhas,…

A Shell Brasil continua a avaliar possibilidades de monetização de quatro áreas de petróleo que possui na Bacia de Barreirinhas, no Maranhão, na Margem Equatorial, afirmou, nesta quinta-feira (24), João Santos Rosa, presidente da petroleira anglo-holandesa. Na primeira entrevista pública desde que assumiu o cargo, em agosto, Rosa afirmou que a empresa ainda avaliará a região onde a Petrobras perfura o primeiro poço exploratório na Margem Equatorial – o poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas. A empresa possui quatro blocos em Barreirinhas, no mesmo local, mas Rosa disse que a exploração dessas áreas não é exatamente uma atividade programada para 2026 ou 2027. Porém, ressaltou, as avaliações continuam em andamento. Ele destacou que o foco da empresa é a exploração de blocos no Sul da Bacia de Santos, e que o Brasil continua a ser um país importante para o portfólio de negócios da Shell. “O Brasil é um país importante para a Shell, e não é de hoje. Talvez, até haja mais foco hoje pelo contexto geopolítico.” Ele avalia que a capacidade de resposta do Brasil durante a guerra, com as exportações de petróleo, foi “importante e continua a ser importante”. Ressaltou ainda que a Shell Brasil conseguiu redirecionar fluxos de óleo cru e derivados para atender a clientes da companhia a partir do fechamento do Estreito de Ormuz, em razão do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Pontos-chave

  • A Shell Brasil continua a avaliar possibilidades de monetização de quatro áreas de petróleo que possui na Bacia de Barreirinhas, no Maranhão, na Margem Equatorial, afirmou, nesta quinta-feira (24), João Santos Rosa, presidente da petroleira anglo-holandesa.
  • Na primeira entrevista pública desde que assumiu o cargo, em agosto, Rosa afirmou que a empresa ainda avaliará a região onde a Petrobras perfura o primeiro poço exploratório na Margem Equatorial – o poço Morpho, na Bacia da Foz do…
  • A empresa possui quatro blocos em Barreirinhas, no mesmo local, mas Rosa disse que a exploração dessas áreas não é exatamente uma atividade programada para 2026 ou 2027.
  • Porém, ressaltou, as avaliações continuam em andamento.

Síntese

Em síntese, “Shell Brasil ainda avalia comercialmente áreas de petróleo na Margem Equatorial” reúne os seguintes desdobramentos: Ele destacou que o foco da empresa é a exploração de blocos no Sul da Bacia de Santos, e que o Brasil continua a ser um país importante para o portfólio de negócios da Shell. “O Brasil é um país importante para a Shell, e não é de hoje. Talvez, até haja mais foco hoje pelo contexto geopolítico.” Ele avalia que a capacidade de resposta do Brasil durante a guerra, com as exportações de petróleo, foi “importante e continua a ser importante”. Ressaltou ainda que a Shell Brasil conseguiu redirecionar fluxos de óleo cru e derivados para atender a clientes da companhia a partir do fechamento do Estreito de Ormuz, em razão do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Perguntas frequentes

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Diego Freitas

Diego Freitas

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