AGRONEGÓCIO

Exportações agrícolas da Argentina à União Europeia crescem 21% após acordo Mercosul-UE

Javier Milei, Luis Lacalle Pou, Ursula von der Leyen, Luiz Inacio Lula da Silva e Santiago Pena durante cúpula do…

Javier Milei, Luis Lacalle Pou, Ursula von der Leyen, Luiz Inacio Lula da Silva e Santiago Pena durante cúpula do Mercosul, no qual o acordo com a União Europeia foi fechado Mariana Greif/Reuters As exportações agroindustriais da Argentina para a União Europeia cresceram 21% em valor nos quatro primeiros meses após a entrada em vigor do acordo comercial entre o Mercosul e a UE, informou nesta quinta-feira (1º) a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca do país. Segundo o órgão, essas exportações somaram US$ 1,92 bilhão (R$ 9,9 bilhões) entre maio e agosto, valor 21% superior à média registrada no mesmo período dos três anos anteriores. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Entre os produtos beneficiados por reduções de tarifas previstas no acordo comercial, as exportações ficaram 44% acima da média dos três anos anteriores. O Mercosul, formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, assinou o acordo comercial com a UE em janeiro, após 25 anos de negociações. O tratado passou a vigorar provisoriamente em maio. Agora no g1 LEIA MAIS Como o agro brasileiro deve se beneficiar do acordo UE-Mercosul Parlamento europeu aprova medidas para proteger agricultores do acordo com Mercosul Governo cria regras para proteger produtores nacionais O acordo O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul está em vigor provisoriamente no Brasil desde maio. Com isso, produtos do agronegócio brasileiro passaram a se beneficiar de reduções de tarifas para entrar no mercado europeu. ➡️ O acordo prevê a eliminação das tarifas de importação de 77% dos produtos agropecuários que a UE compra do Mercosul. A redução será gradual, em prazos de quatro a 10 anos, dependendo do produto. Alguns itens passaram a ter tarifa zero, como frutas, sucos, peixes, crustáceos, óleos vegetais e café solúvel e moído. O café em grão já entrava no mercado europeu sem tarifa. Outros produtos tiveram redução de tarifas, mas estão sujeitos a cotas de exportação. É o caso das carnes bovina, de frango e suína, consideradas produtos “sensíveis” pelos europeus por competirem diretamente com a produção local. O acordo, no entanto, enfrenta resistência de produtores agrícolas da União Europeia. Por pressão desses setores e de ambientalistas, o Parlamento Europeu enviou o tratado ao Tribunal de Justiça do bloco.

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Sobre o que trata “Exportações agrícolas da Argentina à União Europeia crescem 21% após…”?
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Camila Pacheco

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