INTERNACIONAL
Diplomata do Equador é o 8º nome a entrar na disputa pela secretaria-geral da ONU
A diplomata equatoriana Ivonne Baki se juntou nesta terça-feira à corrida pela secretaria-geral da ONU, para substituir António Guterres, cujo…

A diplomata equatoriana Ivonne Baki se juntou nesta terça-feira à corrida pela secretaria-geral da ONU, para substituir António Guterres, cujo mandato termina no fim deste ano. Ela foi ministra no Equador e embaixadora na França, no Catar e nos Estados Unidos. A diplomata foi indicada por Tonga, uma ilha do Pacífico, e é o oitavo nome — o segundo do Equador — a entrar na disputa pelo secretariado da ONU. Leia também: FT: Redução de exercício militar com Coreia do Sul alimenta dúvida sobre apoio dos EUA à Ásia EUA impõe sanção ao presidente do Tribunal Penal Internacional Rússia apresenta protesto ao embaixador japonês por declarações de Takaichi O sucessor de Guterres terá como missão revitalizar a organização, em crise há anos, sob a pressão de críticas quanto ao inchaço, a burocracia e a falta de efetividade da instituição. “Estou pronta a contribuir para renovar a promessa da Carta da ONU, de poupar as próximas gerações do flagelo da guerra, em um mundo no qual os conflitos continuam a crescer”, disse a diplomata em publicação no X. A candidatura dela pode receber apoio dos EUA: a experiente diplomata, de 75 anos, teria proximidade, por laços de amizade, com o presidente Donald Trump e com o ex-presidente Bill Clinton. Uma sondagem preliminar entre os 15 países que integram no momento o Conselho de Segurança da ONU — entre os quais, os cinco membros permanentes — sugere leve favoritismo, no momento, para a ex-vice-presidente da Costa Rica Rebeca Grynspan, à frente da ex-ministra de Relações Exteriores de Guiana Carolyn Rodrigues-Birkett, e do argentino Rafael Grossi, diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Os outros candidatos são a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet; a ex-ministra de Relações Exteriores do Equador Maria Fernanda Espinosa; o ex-presidente senagalês Macky Sall; e o diplomata ugandês Olara Otunnu.
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